O primeiro filme que vi na cinemateca portuguesa foi a  cópia original de 35mm de Trás-os-Montes(1976) dos realizadores portugueses António Reis e Margarida Cordeiro. Desde então, eu tenho adorado este palácio árabe incrível, e vi muitos filmes bons lá. Mas agora, com a situação de quarentena, a cinemateca colocou-se online. Esta semana de 13 a 16 de abril, podemos ver Lisboa, Crónica Anedótica(1930) de J. Leitão de Barros, e Os Verdes Anos(1963) de Paulo Rocha, são filmes muito clássicos e grátis para ver. O Terratreme Filmes está também a mostrar os filmes feitos pela sua empresa, onde podemos ver filmes independentes muito recentes. Ultimamente, eu tenho visto muitos filmes no MUBI, um site que atualiza a sua lista todos os dias. Ontem vi Ashik Kerib(1988), é uma bela poesia visual do Azerbaijão por um dos meus realizadores favoritos Sergei Parajanov. Também gosto do tópico do cinema indiano, que o site selecionou Party(1984) de Govind Nihalani. Neste momento, está a exibir A Separation(2011) de Asghar Farhadi do Irão, famoso e surpreendente, e que ganhou o Urso de Ouro no Berlin International Film Festival e como melhor filme de língua estrangeira dos Oscars em 2012.