Se o Martin Luther King não tivesse sido assassinado a 4 de abril de 1968, talvez tivesse ido à marcha que se celebrava nesse dia em Memphis. Depois da marcha, da campanha dos pobres e da oposição à Guerra do Vietname, Luther King talvez tivesse apresentado a sua candidatura à presidência dos Estado Unidos  e talvez tivesse ganhado. No dia das eleições, ele teria lido o seu famoso discurso de “I have a dream”. Durante o seu mandato, talvez tivesse acabado com  a segregação racial e tivesse tomado medidas económicas para acabar r  com a pobreza nos Estados Unidos. Quando tivesse acabado o seu governo, talvez tivesse escrito um livro contando sua vida, os seus métodos para organizar o movimento pacifista norte-americano e sobre a sua experiência de detido. Também tivesse viajado pelo mundo dando palestras sobre o seu livro e a sua experiência e aconselhando os grandes líderes mundiais sobre políticas antirracistas.