Num dia ideal, eu acordo sem ajuda de um despertador. Estou bem repousada e o tempo está bom, significando que o céu está azul e não está frio. Eu gosto de tomar um grande pequeno almoço. Uma coisa que mesmo na gramática portuguesa parece errada ou uma tautologia. Para mim um pequeno almoço grande precisa de vários tipos de pão, sumo, ovo com mostarda, pepino, salsichas e queijos diferentes, frutas e compotas caseiras. (Por motivos de espaço, fico por aqui. Na página, não na mesa.) Preferencialmente, num lugar agradável, ensolarado e com pessoas queridas.

De tarde, seria ótimo fazer algo para alimentar a alma. Passear na natureza ou numa bela cidade, desenhar um pouco, sentar-me num café a observar as pessoas, ler um livro ou escrever uma carta, apreciar pinturas, visitar um mercado de rua ou descansar num parque a olhar para as nuvens. (Ou uma atividade desportiva – é que o meu pai é treinador e pode ler isto…)

Por fim, à noite, gosto de jantar no terraço de um restaurante, comer uma refeição deliciosa, mas saudável, com um copo de vinho e terminar o dia sentada na praia, olhando as estrelas com a minha companhia preferida.